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1 03/01/2018 15:30

Entre as preocupações comuns no início de ano, a compra do material escolar tira o sono de alguns pais, preocupados com os valores que precisam reservar para estojos, cadernos e livros, entre outros itens. Para especialistas, alguns passos devem ser seguidos para que a temida lista enviada pelos colégio não gere dívidas ou pese no orçamento. Em alguns casos, dependendo do esforço em economizar, o custo pode ser cortado pela metade.

1) Depois de pegar a lista na escola, a dica é buscar quais alternativas você tem em casa. Elimine os itens  que são comuns em todas as listas de material escolar que não foram utilizados em anos anteriores.
2) Caso a lista seja muito grande, divida-a em duas ou três. Entre em contato com a escola para saber o que é essencial nos primeiros meses do ano. Outras compras podem ficar para junho, por exemplo.
3) Após detalhar a lista, o primeiro passo é pesquisar na internet os valores cobrados.
4) Em seguida, tire pelo menos um dia para comprar o material. No caso de itens básicos como lápis, borracha e cadernos, opte por lojas de bairro.
5) No caso de livros, entre em contato com conhecidos, ou faça uma consulta com outros pais de aluno.
6)Aproveite os grupos criados nas redes sociais que reúnem interessados na troca desse itens.
7) Reúna quatro ou cinco pais para negociar com as papelarias a compra dos livros mais caros. A loja vai oferecer condições mais vantajosas nesse caso.
8) É importante reservar uma parte do orçamento para a compra do material. De preferência, faça as compras à vista. Caso contrário, tente parcelar sem juros pelo maior período possível.
9) Nao leve seu filho. Ele pode acabr pedindo um item fora do orçamento. Além disso, é comum as crinaças cansarem durante a maratona de compras.
10) Reforce a seu filho a importância de manter o material em bom estado. Ele pode servir para um irmão mais novo ou para um parente no futuro.
 
— A economia vai de 10% a 50%, dependendo da vontade de querer fazer o corte. Não é problema pesquisar mais. Você pode eliminar 30% só com os itens que já foram comprados em anos anteriores — avisa Reinado Domingos, doutor em educação financeira e presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin).
 
A preocupação maior gira em torno da lista de livros cobrada ano a ano. Para o economista e professor do Ibmec-RJ Alexandre Espírito Santo, os pais precisam se unir na tentativa de garimpar bons negócios na busca de materiais de qualidade.
 
— Um adolescente que vai para o ensino médio “gasta” de R$ 2 mil a R$ 3 mil somente em livros. Uma alternativa é reunir de quatro a cinco pais e enumerar a quantidade de livros necessária. Você vai a livraria e pede um orçamento com um desconto incluído. Faço essa recomendação há anos — lembra o economista.
 
Os especialistas concordam que a intenção de economizar na compra do material não significa que o estudante terá um material de pouca qualidade durante o ano letivo.
 
— Essa busca não irá traduzir em materiais de pouca qualidade ou sem condições de uso. É possível encontrar boas opções mesmo reutilizando alguns itens — reforçou Domingos.

O Globo
Foto: Divulgação







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