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1 27/02/2017 09:30

O governador Rui Costa destacou, na tarde deste domingo (26), que investimentos em trios sem corda não envolveram recursos deslocados de áreas prioritárias, como Saúde, Segurança e Educação. “Os artistas que têm um cachê maior em função da sua fama e do seu prestígio são bancados pelo setor privado, mas a convite do Governo do Estado, que faz a articulação. Assim fazem os blocos privados, atraem empresas para bancarem grandes atrações”. O trio elétrico do cantor Saulo Fernandes foi o presente oferecido pelo Governo do Estado aos foliões do Campo Grandes neste domingo de Carnaval.

A pipoca atraiu gente de todas as idades, baianos e turistas, que cantaram e pularam e cantaram os maiores sucessos do artista. “Eu fiquei arrepiado, vi de cima, muitas senhoras de idade brincando na pipoca do Saulo. Eu acho que o Carnaval da Bahia está voltando a ser o que era no passado, todo mundo junto e misturado, gente de classe média alta, do povão, jovens, idosos, todo mundo brincando junto, é isso o que o Carnaval sem corda proporciona”, afirmou Rui. Segundo o governador, cidades como Salvador, Porto Seguro, Itacaré, Alcobaça, Caravelas, Lençóis e Palmeiras sustentam a população basicamente pelos serviços e pelo Turismo.

“E o turista não vem só para ver a parte geográfica, ele vem conhecer a cultura, a musicalidade, a dança, a comida. Então, festas como o Carnaval e o São João fortes significam hotéis e restaurantes lotados, muita gente pegando táxi e gerando emprego e renda para o povo. Então, investir nessas festas é um dinheiro que volta através de outros recursos e impostos trazidos pelo turismo”, ressaltou Rui. Imaginem o Carnaval da Bahia sem o Ilê, sem o Gandhi, sem o Olodum. São entidades que estabeleceram a marca, o jeito de ser do baiano e nos ajudaram a ser o que a Bahia é hoje. O Olodum levou a música e a imagem da Bahia para o mundo inteiro”.

Carnaval 2018

Rui afirmou que este é o momento para se discutir o Carnaval do ano que vem. “Eu tenho ouvido muita gente dizer que o número excessivo de dias tem prejudicado a festa. Vamos ver se é verdade ou não. Todo mundo tem elogiado o Carnaval sem corda, acho que ele tem contribuído para colocar gente na rua. Então, vamos encontrar uma receita certa entre o Carnaval do negócio e o popular. O meio termo, o equilíbrio é sempre bom.

Para o governador, o momento de discutir Carnaval não é no segundo semestre, quando já é para se fazer o planejamento concreto, as contratações. “O momento de se discutir é no primeiro semestre, logo após a festa, quando o debate ainda está aquecido. Então, agora é o momento de avaliar, ouvir bastante e ‘afinar a viola’ para que tenhamos um Carnaval 2018 melhor ainda”.

Secom Bahia


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